“Cada tentativa inútil de te trazer para mim. Cada palavra dita em vão. Cada sorriso falso, acompanhado de falsas palavras e até mesmo falsas promessas. O que eu sou sem você? O que eu era sem você? Sem você, eu era uma pessoa totalmente diferente, eu amava, sorria, vivia. Eu sim era feliz. Agora, sem você, eu sou apenas um corpo sobrevivendo, da forma mais banal, ocupando espaço na terra, poluindo o ar. Mas foi nisso que você me transformou, nesse robô que apenas sobrevive. Eu alimentei seu ego com o meu amor, com a minha felicidade. Tentei. Tentei. Tentei. Tentei. Cansei. Tentei novamente. Cansei. Desisti. Até parece que eu tenho sete vidas, que eu sou de ferro. Mal sabe você que eu sou de açúcar, de vidro, de areia. Errei com você. Errei em ter te conhecido. Errei em ter deixado você tomar conta de mim. O que eu fiz por você, nenhuma outra pessoa irá fazer. Eu fui tão idiota ao ponto de acreditar na suas palavras. Eu fui ingênua em dizer que havia desistido e continuado correndo atrás. Mas essa lágrima, essa que está escorrendo agora, é a última; a última lágrima que eu derramo por você. Eu vou superar essa, vai ser difícil. Mas eu sei como fazer para me desintoxicar desse amor. Vou te imaginar distante, ou apenas morrendo. Você está morrendo pra mim, você não é mais o cara, você nunca foi. Eu precisei morrer para lhe deixar partir. Eu estou morta, minha alma se foi, você está livre. Só não volta. Dessa vez me deixe viver em paz. Dói escrever esses tipos de cartas, estilo despedida. Nas últimas, eu chorei que desisti de escrevê-las, parei no meio e então comecei a me declarar novamente para você. Mas agora, eu sinto nojo de você. Nojo de mim. Nojo por eu ter me apaixonado por um ditador. Me apaixonado por um monstro. Você nunca irá ler nenhuma de minhas cartas, sei que não faz sentido continuar escrevendo, mas é uma forma de esvaziar a raiva que você causou. – Aprendi a ser forte. A cada tropeço, caída, eu aprendi a me reerguer sem você. – Mas quer saber, vamos fazer um trato? Se você voltar, você permanece, fica ao meu lado e não me deixe, permanece pra sempre, só que dessa vez não tenha medo, viva comigo. Mas se você continuar, não volta, me deixe viver sozinha, deixe-me livre de você. Só isso que eu lhe peço. Ou você volta e fica. Ou você vai e não olha pra trás. Não sou mais a menininha que você conheceu. Eu me tornei fria, com o tempo, com as recaídas, com os tapas e surras que a vida dá. Aprendi tanta coisa nesses últimos anos. Mas sabe, eu desejo pra você tudo de bom. Que você seja extremamente feliz, mas antes, que você sofra tudo que eu sofri. – Eu te amei, continuo lhe amando. Isso não vai acabar instantaneamente, mas irá amenizar conforme o tempo passe. Tudo que eu escrevi até agora foi para você, cada linha torta, cada palavra. Cada história nossa. Irei queimar todas as cartas não enviadas, irei apagar seu número da minha agenda, apagar todos os torpedos, ligações feitas. Apagar o histórico do computador, e esquecer todas as suas redes sociais. Irei fazer um backup na minha memória, e esquecer que um dia você foi o meu único pensamento. – Por que você fez isso comigo? Por que me usou dessa forma? Você sempre conseguiu tirar meu chão. Quando você desaparecia, eu simplesmente caia. A nossa música, eu ouço e nem lembro mais de você. O nosso lugar favorito, eu passo e não me vem lembranças. As nossas conversas são palavras jogadas ao vento. Eu já não tenho vontade de você. Eu já não desejo você. Você me perdeu. E eu que havia prometido nunca desistir de você. Mas você insistiu tanto para eu fazer isso, que acabei lhe ouvindo. Você não me terá de volta tão facilmente. Mas eu sei que você não irá vir atrás, tão orgulhoso, tão cabeça dura. O que te faz pensar que eu voltarei? Se você falasse comigo há uma hora, eu com certeza me jogaria em seus braços novamente. Eu não estou dopada; tão sóbria. Não são bebidas, cigarros, drogas, festas, homens… É você, você está me deixando assim. Fria, ignorante, estúpida e acima de tudo indiferente; estou ficando como você. Não irei amar tão cedo, não irei ter vontade de outro corpo tão cedo. Cada homem será apenas satisfação. Cada festa será apenas diversão. Cada droga em meu organismo será apenas alucinação. Talvez eu esteja me enganando e ainda te ame. Claro que eu amo. Mas estou fingindo não me importar, estou vivendo a minha vida e lhe apagando. É a forma mais fácil de te esquecer, fingir que você nunca existiu. Recomeçar. Tirar o cartão de memória e comprar um novo. Novo cabelo. Novo estilo. Novas roupas. Novas bebidas. Outras drogas. Novas festas. Renovar tudo que lembra você. Acabar com esse amor reprimido. Eu sou 8 ou 80, me ame ou me odeie. Ou você me ama, ou você terá meu ódio. Não irei dizer que não tentei ser perfeita, porque eu tentei. Eu me desdobrei para você me desejar. Continuo achando que fui apenas mais uma pra você. Quantas vezes eu já não o vi dando em cima de garotas sem conteúdo, não que eu tenha algum, na verdade, eu tenho sim. Quantos caras já não chegaram a mim e falaram “trouxa foi ele em perder uma garota como você” pois é. Perdeu-me. E demorou muito pra isso acontecer, eu fui muito longe, deixamos ir muito longe. Você não valorizou o que tinha, não valorizou o amor que estava recebendo. Eu estou literalmente pouco me fodendo se você me amava, se eu estou enganada com tudo isso, já é tarde demais. Só eu sei o quanto sofri por você, só eu sei o quanto te amei, só eu sei como tentei lhe fazer feliz. E só eu sei como você me humilhou. Mas agora, eu realmente desisto de tudo. Desisto de mim. Desisto de você. Desisto de nós. Desisto desse amor. Não irei me arrepender e nem posso. Mas agora, eu vou viver. Você é um passado enterrado, transparente. Obrigada por não me amar. Obrigada por me deixar morrer. Obrigada por nada.”
Você sabe. Acho que sempre soube. Eu tinha medo de gostar de alguém, de me envolver, de me mostrar sem disfarces. Amar dá um medo danado. De perder a liberdade, a identidade, de se machucar, de não saber mais voltar.
Eu fico com raiva de você e desligo o telefone por uns três dias. Aí no quarto dia eu ligo e é você que fica com raiva de mim por eu ter estado com raiva de você e desliga o telefone na minha cara. No sexto dia a gente faz as pazes e no oitavo eu te atendo com grosseria porque tava ocupada e você me responde com frieza porque não suporta as minhas ignorâncias. A gente se perdoa de noite e no outro dia você liga novamente na hora que eu tô ocupada e eu grito com você de novo. E o ciclo recomeça. E a gente se grita, se xinga, se ama. Eu enlouqueceria se isso não fosse só mais um detalhe de nós dois. Mas é assim que a gente se entende mesmo: não se entendendo.
Eu só quero que você entenda que estarei aqui para sempre. Por mais que você me mande embora. Por mais que as coisas compliquem. Por mais que o mundo acabe. Por mais que você não me ame.
Cada tentativa inútil de te trazer para mim. Cada palavra dita em vão. Cada sorriso falso, acompanhado de falsas palavras e até mesmo falsas promessas. O que eu sou sem você? O que eu era sem você? Sem você, eu era uma pessoa totalmente diferente, eu amava, sorria, vivia. Eu sim era feliz. Agora, sem você, eu sou apenas um corpo sobrevivendo, da forma mais banal, ocupando espaço na terra, poluindo o ar. Mas foi nisso que você me transformou, nesse robô que apenas sobrevive. Eu alimentei seu ego com o meu amor, com a minha felicidade. Tentei. Tentei. Tentei. Tentei. Cansei. Tentei novamente. Cansei. Desisti. Até parece que eu tenho sete vidas, que eu sou de ferro. Mal sabe você que eu sou de açúcar, de vidro, de areia. Errei com você. Errei em ter te conhecido. Errei em ter deixado você tomar conta de mim. O que eu fiz por você, nenhuma outra pessoa irá fazer. Eu fui tão idiota ao ponto de acreditar na suas palavras. Eu fui ingênua em dizer que havia desistido e continuado correndo atrás. Mas essa lágrima, essa que está escorrendo agora, é a última; a última lágrima que eu derramo por você. Eu vou superar essa, vai ser difícil. Mas eu sei como fazer para me desintoxicar desse amor. Vou te imaginar distante, ou apenas morrendo. Você está morrendo pra mim, você não é mais o cara, você nunca foi. Eu precisei morrer para lhe deixar partir. Eu estou morta, minha alma se foi, você está livre. Só não volta. Dessa vez me deixe viver em paz. Dói escrever esses tipos de cartas, estilo despedida. Nas últimas, eu chorei que desisti de escrevê-las, parei no meio e então comecei a me declarar novamente para você. Mas agora, eu sinto nojo de você. Nojo de mim. Nojo por eu ter me apaixonado por um ditador. Me apaixonado por um monstro. Você nunca irá ler nenhuma de minhas cartas, sei que não faz sentido continuar escrevendo, mas é uma forma de esvaziar a raiva que você causou. – Aprendi a ser forte. A cada tropeço, caída, eu aprendi a me reerguer sem você. – Mas quer saber, vamos fazer um trato? Se você voltar, você permanece, fica ao meu lado e não me deixe, permanece pra sempre, só que dessa vez não tenha medo, viva comigo. Mas se você continuar, não volta, me deixe viver sozinha, deixe-me livre de você. Só isso que eu lhe peço. Ou você volta e fica. Ou você vai e não olha pra trás. Não sou mais a menininha que você conheceu. Eu me tornei fria, com o tempo, com as recaídas, com os tapas e surras que a vida dá. Aprendi tanta coisa nesses últimos anos. Mas sabe, eu desejo pra você tudo de bom. Que você seja extremamente feliz, mas antes, que você sofra tudo que eu sofri. – Eu te amei, continuo lhe amando. Isso não vai acabar instantaneamente, mas irá amenizar conforme o tempo passe. Tudo que eu escrevi até agora foi para você, cada linha torta, cada palavra. Cada história nossa. Irei queimar todas as cartas não enviadas, irei apagar seu número da minha agenda, apagar todos os torpedos, ligações feitas. Apagar o histórico do computador, e esquecer todas as suas redes sociais. Irei fazer um backup na minha memória, e esquecer que um dia você foi o meu único pensamento. – Por que você fez isso comigo? Por que me usou dessa forma? Você sempre conseguiu tirar meu chão. Quando você desaparecia, eu simplesmente caia. A nossa música, eu ouço e nem lembro mais de você. O nosso lugar favorito, eu passo e não me vem lembranças. As nossas conversas são palavras jogadas ao vento. Eu já não tenho vontade de você. Eu já não desejo você. Você me perdeu. E eu que havia prometido nunca desistir de você. Mas você insistiu tanto para eu fazer isso, que acabei lhe ouvindo. Você não me terá de volta tão facilmente. Mas eu sei que você não irá vir atrás, tão orgulhoso, tão cabeça dura. O que te faz pensar que eu voltarei? Se você falasse comigo há uma hora, eu com certeza me jogaria em seus braços novamente. Eu não estou dopada; tão sóbria. Não são bebidas, cigarros, drogas, festas, homens… É você, você está me deixando assim. Fria, ignorante, estúpida e acima de tudo indiferente; estou ficando como você. Não irei amar tão cedo, não irei ter vontade de outro corpo tão cedo. Cada homem será apenas satisfação. Cada festa será apenas diversão. Cada droga em meu organismo será apenas alucinação. Talvez eu esteja me enganando e ainda te ame. Claro que eu amo. Mas estou fingindo não me importar, estou vivendo a minha vida e lhe apagando. É a forma mais fácil de te esquecer, fingir que você nunca existiu. Recomeçar. Tirar o cartão de memória e comprar um novo. Novo cabelo. Novo estilo. Novas roupas. Novas bebidas. Outras drogas. Novas festas. Renovar tudo que lembra você. Acabar com esse amor reprimido. Eu sou 8 ou 80, me ame ou me odeie. Ou você me ama, ou você terá meu ódio. Não irei dizer que não tentei ser perfeita, porque eu tentei. Eu me desdobrei para você me desejar. Continuo achando que fui apenas mais uma pra você. Quantas vezes eu já não o vi dando em cima de garotas sem conteúdo, não que eu tenha algum, na verdade, eu tenho sim. Quantos caras já não chegaram a mim e falaram “trouxa foi ele em perder uma garota como você” pois é. Perdeu-me. E demorou muito pra isso acontecer, eu fui muito longe, deixamos ir muito longe. Você não valorizou o que tinha, não valorizou o amor que estava recebendo. Eu estou literalmente pouco me fodendo se você me amava, se eu estou enganada com tudo isso, já é tarde demais. Só eu sei o quanto sofri por você, só eu sei o quanto te amei, só eu sei como tentei lhe fazer feliz. E só eu sei como você me humilhou. Mas agora, eu realmente desisto de tudo. Desisto de mim. Desisto de você. Desisto de nós. Desisto desse amor. Não irei me arrepender e nem posso. Mas agora, eu vou viver. Você é um passado enterrado, transparente. Obrigada por não me amar. Obrigada por me deixar morrer. Obrigada por nada.
Eu tenho medo de te chamar e você vir de verdade. Eu sempre grito seu nome baixinho sem a mínima intenção de te confrontar porque eu não quero ter de acarretar com as consequências de te ver bem. A gente se entendia, se sabia, então olha aqui pra mim, vai, só mais uma vez e me diz que ela não te faz diferença. Que a nova garota não te faz feliz, não te faz sentir aquelas idiotices no estômago. Me diz que ela tem voz de criança e que não te acompanha nos jogos de futebol. Não faz pouco caso de nós dois, não me deixa saber que você gosta do jeito que ela prende o cabelo e que ela canta de um jeito engraçado. Eu não quero saber, droga. Eu odeio o fato de que você nunca consegue ler minhas entrelinhas, de que meus vazios nunca foram preenchidos porque acima de tudo, você nunca soube percebê-los. Você nunca vai crescer. Nunca. Não enquanto todas essas garotas deitarem nos teus lençóis - numa esperança alucinógena de tentar te completar - fazendo tudo o que tua alma de moleque implora. Mas elas não sabem, não é? Que quem você quer por perto nas tardes ensolaradas sou eu. Quem você procura na multidão sou eu. Que o teu cheiro preferido é o meu. Elas não sabem que independente da lingerie que elas utilizem, você sempre vai preferir o meu moletom. E elas nunca vão saber. Porque você é inseguro demais para deixar alguém ter conhecimento das tuas falhas, dos teus pontos-fracos. Sou eu. Sou eu. Meu Deus, sou eu, acorda. Eu sou você, e você não deixa de ser eu também. Não adianta mais negar para si mesmo – a fulaninha da esquina não te faz tão bem quanto eu te fiz. E de que adianta isso tudo? Me diz. De que adianta sendo que nós continuaremos distantes? O meu medo de te chamar sempre vai reinar. E nós vamos nos perder. Como sempre acontece nessas histórias com final feliz inexistente. A diferença é que nós não somos os mocinhos. Estamos matando a chance de sermos felizes e isso não é um ato heróico. De qualquer forma, você sempre será o meu vilão favorito. E isso me mata um pouquinho, às vezes. Mas você promete manter segredo? Eu não quero deixar você morrer.
Você sabe. Acho que sempre soube. Eu tinha medo de gostar de alguém, de me envolver, de me mostrar sem disfarces. Amar dá um medo danado. De perder a liberdade, a identidade, de se machucar, de não saber mais voltar.
Quem nunca mudou com o tempo? Aos poucos você vai deixando de escutar certas músicas,de usar certas roupas, de falar com certas pessoas. Mudar faz parte do ciclo da vida, embora a essência seja sempre a mesma. Quando encontar um obstáculo grande na vida, não desanime ao passar, pois com o tempo ele se tornará pequeno, não porque diminuiu mas porque você cresceu.
Kécia, libriana, 19 anos, Sonhadora , inconstante ,emotiva, sensível, intuitiva e teimosamente realista. Tenho uma doce calma que convive com a minha eterna raiva. Sou completamente lúcida com os meus momentos de loucura. Sou totalmente decidida, mas em alguns momentos eu não tenho certeza disso.Tenho uma incrível inteligência que ultrapassa todas as minhas dificuldades. Tenho uma excelente memória que só lembra o que é conveniente lembrar. Gosto do azedo, mas não resisto ao adocicado. Sofro intensamente, mas supero depois de dois dias. Amo e odeio. Choro no mesmo momento que acho graça. Sou uma garota que gosta de ficar sozinha sem ser anti-social. Sou uma pessoa que pensa pro si só mas que considera a opinião alheia em algumas situações. Sou seletiva e um pouco simpática. Sou música e ouvinte. Sou leitora e escritora. Sou uma antítese. Sou um verbo. Tenho várias hipérboles. Adoro uma ironia. Sou um substantivo com vários adjetivos. Não sou um idioma. Eu sou humana.